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Planeje sua estratégia de e-mail marketing em 5 passos

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estratégia de e-mail marketing em 5 passos

Você já deve ter escutado — e talvez até acredite — que o e-mail marketing trata-se de uma técnica ultrapassada e que não gera mais resultados. De fato, pode ser uma opção ineficaz para você, mas existem alguns fatores por trás disso.

 

É inegável que essa estratégia é antiga e foi utilizada de maneira inadequada por diversas empresas durante muito tempo. E é daí que vem a má fama do e-mail marketing.

 

Qualquer estratégia de marketing digital precisa ser planejada minuciosamente, bem como apresentar uma prévia de resultados; ou seja, especificar quais objetivos podem ser alcançados de acordo com a elaboração utilizada para definir o planejamento.

 

Para provar que o e-mail marketing pode ser uma estratégia eficiente que gera resultados a curto e/ou longo prazo, separamos 5 passos que você pode e deve colocar em prática imediatamente! Mas antes vamos à definição de e-mail marketing:

 

Mais do que uma ferramenta que tem como objetivo final aumentar o número de vendas, o e-mail marketing trata-se de um suporte para criar e manter um bom relacionamento entre empresa e cliente.

 

1. Limpe a sua base de clientes

 

Eu sei que, a princípio, pode parecer errado, mas acredite, é uma boa maneira de começar o seu planejamento.

 

Imagine que você possui uma base de clientes abrangente. Será que mesma seleção de produtos e conteúdo é adequada e interessante para todos eles? A resposta, muito provavelmente, é NÃO.

 

Sendo assim, é aconselhável que você analise a sua base, classifique os clientes de acordo com as suas características (faixa etária, localidade, cargo e segmento, etc.) e descarte aqueles que não se encaixam na estratégia definida.

 

Como dito acima, é preciso fazer uma classificação dos seus clientes a fim de segmentar o seu conteúdo. Dessa maneira, você não cai no erro de ser inconveniente ao lotar a caixa de entrada dos seus leads com informações e conteúdos que não sejam interessantes para eles.

 

Além disso, existem diferentes objetivos que podem ser alcançados utilizando o e-mail marketing, tais como:

 

  • Aumentar a taxa de conversão;
  • Gerar leads;
  • Provocar vendas;
  • Etc.

 

Por isso, é preciso identificar em qual camada do funil o seu cliente está para então criar estratégias que gerarão resultados sólidos.

 

Dito isso, é óbvio que você não deve comprar uma lista de e-mails. Aliás, esse é um dos precedentes daqueles que insistem em afirmar que o e-mail marketing não gera resultados.

 

O fato é que hoje os serviços de e-mail são muito mais inteligentes e preparados para identificar spams do que antigamente.

 

Devemos lembrar que as redes sociais potencializaram o poder de voz dos usuários, de forma que, se ele usar qualquer uma de suas contas para relatar uma situação desagradável que teve com a sua empresa, é possível que isso viralize e você tenha a imagem da sua marca manchada.

 

Uma base com um alto número de contatos não significa necessariamente que a mesma é produtiva.

 

Muito pelo contrário, quanto mais focada for a sua base, maior será o grau de efetividade dos seus resultados.

 

2. Dedique-se à segmentação

 

imagem-2 Planeje sua estratégia de e-mail marketing em 5 passos

 

Depois de limpar a sua base de clientes, é hora de segmentar sua base e colocar sua estratégia em prática.

 

Os leads podem estar em qualquer etapa do funil de vendas.

 

Alguns ainda não estão no momento de compra e, por isso, precisam receber mais informações sobre o produto — instigando-os a avançar para a próxima etapa funil.

 

Existem também aqueles que não compram com você há algum tempo; nesse caso, é preciso fazer outro tipo de campanha.

 

Por isso, para fazer uma segmentação mais assertiva, é preciso considerar detalhes como: sexo, idade, profissão, localidade, histórico e, até mesmo, status de relacionamento e se possui ou não filhos.

 

A verdade é que tudo isso vai depender do seu segmento.

 

3. Preocupe-se com o conteúdo e com a seleção de produtos

 

Passada as etapas já citadas, é hora de pensar na seleção de produtos.

 

Agora que você já conhece o seu público, é mais fácil presumir quais produtos podem interessá-los. Além disso, para intensificar ainda mais a indução e conduzi-lo a compra, apresente promoções baseadas em up-selling e cross-selling — se for conveniente e adequado para os clientes da sua lista, claro.

 

Mas afinal, como funciona o cross-selling e o up-selling?

 

Cross selling

 

Nesse caso, você pode selecionar e enviar uma gama de produtos relacionados para aqueles clientes que já realizaram uma compra.

 

Exemplo: se o cliente adquiriu um tênis de corrida, ofereça produtos que podem funcionar como acessório ou complemento. Nesse caso, você pode sugerir meias ou peças de vestuário adequadas para fazer exercícios físicos.

 

É importante ressaltar que os produtos sugeridos precisam funcionar como um complemento; sendo assim, é essencial que o valor do produto sugerido seja inferior ao produto que foi adquirido anteriormente.

 

Up selling

 

Nesses casos, o cliente já está interessado em determinado produto; porém, não realiza a compra devido ao valor, que pode exceder o seu orçamento. Geralmente, ele acaba optando por um produto semelhante e com preço menor do que o realmente desejado.

 

Exemplo: o cliente está interessado em um perfume de 80ml que custa R$500,00, mas acaba optando pela versão de 40ml, que custa R$250,00.   

 

No momento da compra, você pode emitir um pop-up alertando que ele recebeu um desconto promocional naquele produto inicial, ou seja, no perfume de 80 ml.

 

Atenção: não dissemine esse tipo de campanha para qualquer lead. Por isso é tão importante conhecer os interesses dos seus usuários e descobrir onde eles se encontram no funil, para então direcionar as campanhas.

 

Em relação ao conteúdo, é essencial que você tenha uma estratégia pré-definida. Assim como nos produtos, o envio de conteúdo precisa ser segmentado, de forma que ele seja efetivo e resolva de fato o problema dos seus clientes.

 

Tudo vai depender do perfil que o seu lead possui

 

Se ele ainda não realizou uma compra, envie conteúdo apresentando as vantagens de possuir o produto “x” — fazendo com que ele sinta a necessidade de adquirir a mercadoria.

 

Exemplo: se você pertence ao ramo da venda de vinhos, crie conteúdo apresentando os benefícios do mesmo e as situações nas quais o consumo deste produto é adequado.

 

Vamos a uma situação: Sabe aquela sexta-feira nublada e fria? É um ótimo dia para enviar conteúdo explicando como a noite pode ser prazerosa e agradável se pessoa ficar em casa assistindo a um bom filme, acompanhada de bons vinhos e queijos.

 

Percebe que você não vai falar especificamente do vinho, mas da situação na qual ele é propício? Dessa maneira o seu conteúdo passa a ser mais persuasivo e é bem provável que o grau de efetividade seja alto.

 

4. Defina a sua periodicidade

 

Ter uma rotina de envios é essencial e faz parte de uma boa estratégia de conteúdo. Ao definir a periodicidade do envio dos seus e-mails, você cria consistência e se aproxima ainda mais do seu cliente.

 

A partir disso, o usuário já sabe o que esperar de você, e sabe quando receberá os seus conteúdos.

 

Dessa forma, você estreita a sua relação com a sua base.

 

Além disso, é mais fácil mensurar os resultados depois de definir a periodicidade; afinal, é possível saber quais são os dias e horários mais propensos à abertura dos seus e-mails.

 

5. Personalize os seus e-mails

 

imagem-2 Planeje sua estratégia de e-mail marketing em 5 passos

 

Saber que do outro lado da tela existe um profissional preocupado em construir uma boa relação é um fator de extrema relevância para o cliente.

 

Sendo assim, dedique um tempo para personalizar seus e-mails. Como? Ao enviar um e-mail, por exemplo, você pode inserir o nome do cliente — essa técnica passa uma sensação de afetividade e interesse da empresa.

 

Além disso, permita que o e-mail seja assinado com o nome do profissional que é responsável pela criação e pelo envio dos e-mails — outra forma de humanizar a comunicação.

 

Fuja do “no-reply”!

 

Disponibilize um e-mail alternativo para que o usuário possa responder o seu e-mail, caso for de interesse dele. Essa também é mais uma forma de estar próximo do seu cliente, além de criar interação e facilitar o feedback.

 

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